ACADEMIA DORENSE DE LETRAS

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Povoado Itapicuru rende graças a seu filho mais ilustre

Na última sexta-feira, 16 de janeiro de 2015, os instrumentos de trabalho da roça repousaram no povoado Itapicuru, município de Nossa Senhora das Dores. A enxada, a foice e o empenado ficaram no canto sem uso, pois, seus donos deixaram por alguns instantes a lida diária para homenagear o mais ilustre filho daquele chão pela passagem dos seus 84 anos e também pelo lançamento de seu livro, no qual o povoado é uma das fontes de inspiração para os versos ali contidos. Foi um dia memorável para todos os moradores de Itapicuru e também dos vizinhos Borda da Mata, Cachoeirinha, Maçaranduba e Gado Bravo Sul que ali também estiveram. A Escola Anísio Teixeira ficou pequena para as pessoas que durante toda a manhã se aglomeraram em torno da obra do cordelista itapicuruense José Barbosa, mais conhecido na região como Josias. No dia do seu aniversário natalício, 84 anos, a Academia Dorense de Letras e o Projeto Memórias presentearam o aniversariante e seus conterrâneos com o lançamento da obra completa de José Barbosa, obra esta até então quase toda inédita e que agora se perpetuará para as gerações vindouras. Apenas 10 dos seus trabalhos já tinham sido publicados anteriormente, com apenas 10 unidades de cada. Estes trabalhos foram levados a Dores pelo itapicuruense Renato (conhecido como Renato motorista da prefeitura) e entregues ao agente cultural Ari Pereira há alguns anos. Ari deu acesso ao Projeto Memórias que fez a publicação, em 2010, de 100 exemplares de “Vida de Cangaceiro”. Afora estes 10 trabalhos, os demais estavam apenas em sua memória e foram objeto de várias visitas do Projeto e depois da ADL para gravação em vídeo ao longo destes anos, até que agora as mesmas deram lugar ao livro. Além dos moradores dos povoados já citados, o lançamento do livro “Meu nome é José Barbosa, meu apelido é Josias...” contou com as presenças dos acadêmicos da Academia Dorense de Letras (Ari Pereira de Souza, Domingos Pascoal de Melo, Gilberto Luiz Araújo Santana, João Paulo Araújo de Carvalho, José Barbosa e Luís Carlos de Jesus), da Academia Itabaianense de Letras (Antônio Francisco de Jesus, o Saracura), da Academia Lagartense de Letras (Euclides Oliveira) e da Academia Laranjeirense de Letras (Augusto dos Santos) e dos Professores Genilton Costa (representado a Secretaria Municipal de Educação), Maria Rivaneide (diretora da Escola Anísio Teixeira) e Maria Auxiliadora de Oliveira (Sily). O evento foi abrilhantado pelo Grupo “Música no Campo”, que faz parte da Ong Cultivar (povoado Gado Bravo Sul) e é contemplado pelo Projeto “Criança Esperança”, bem como pelos poetas Jânio Vieira (povoado Gentio), Carlos César (povoado Borda da Mata), Cleones e Crisnanda, que declamaram poesias em homenagem ao aniversariante. Espetáculo à parte foi a participação da irmã do autor, Maria Jovina, 93 anos, que também declamou e encantou a todos os presentes. Também marcou presença a poetisa dorense Maria Anete Santana (atualmente residente em São Paulo), que é natural da região. Ao final, o mais ilustre filho do Itapicuru, Josias, declamou vários de seus versos levando os presentes, como de costume, às gargalhadas. Momento de grande emoção foi o dos agradecimentos da sobrinha do autor, Maria Anita, conhecida como Lia, que demonstrou toda a felicidade em ter a oportunidade de cuidar e amar José Barbosa, figura querida e admirada por todos no povoado e agora também conhecido e admirado na circunvizinhaça. Em breve, a ADL e o Projeto Memórias promoverão, na cidade de N. Sra. das Dores, o lançamento do livro “Meu nome é José Barbosa, meu apelido é Josias...”, cuja renda será toda revertida a atividades culturais e sociais. A cobertura jornalística do evento ficou a cargo da jornalista Delmanira Brito, do site visitedores.com. Sobre o autor: José Barbosa, o popular Josias, nasceu em 16 de janeiro de 1931 no povoado Itapicuru, em Nossa Senhora das Dores. Como muitos conterrâneos nordestinos ainda criança foi apresentado pelo pai (Aniceto Barbosa dos Santos) à literatura de cordel, pela qual se apaixonou. Após décadas trabalhando no Estado de São Paulo, ao aposentar-se retornou à terra natal. Em toda a região de Itapicuru e Capunga (Moita Bonita) é conhecido pelo seu estilo engraçado e versejador, um típico trovador a criar versos de improviso. José Barbosa é um cordelista eclético, encontrando inspiração para seus trabalhos no seu chão natal (destaque para Os fundadores do Itapicuru), no cotidiano do homem do campo (A queimada do Mucambo), mas estando também antenado com os acontecimentos do país e do mundo, escrevendo de um jeito engraçado sobre diversos temas do mundo atual como A morte de João Paulo II, A eleição de Barack Obama, A reunião do G-20, A morte de Pipita, A gripe suína, A queda do avião do vôo 447, A vaca louca, A Copa do Mundo no Brasil, dentre outros. A maioria dos seus trabalhos até hoje era inédita, sendo agora reunida pelo Projeto Memórias e pela Academia Dorense de Letras nesta obra. José Barbosa é um dos fundadores da Academia Dorense de Letras, ocupando a cadeira nº 2, cuja patronesse é a comunicadora Marizete Costa Vieira. Por, Professor João Paulo Araújo de Carvalho Presidente da Academia Dorense de Letras Confira as fotos aqui neste link: https://www.facebook.com/visitedores/photos/pcb.425817874237617/425803784239026/?type=1&theater fotos: Delmanira Brito visitedores.com

domingo, 11 de janeiro de 2015

LIVRO DE CORDELISTA DORENSE SERÁ LANÇADO NO PRÓXIMO DIA 16 DE JANEIRO

A Academia Dorense de Letras, em parceria com o Projeto Memórias, lançam no próximo dia 16 de janeiro o livro "Meu nome é José Barbosa, meu apelido é Josias...", que reúne a obra do acadêmico e cordelista José Barbosa. O livro será lançado no dia do aniversário de 84 anos do autor e você é nosso convidado especial para esta grande festa literária. Local: Escola Municipal Anísio Teixeira (povoado Itapicuru) Dia e horário: 16 de janeiro, às 9 horas Abraço fraterno, Professor João Paulo Araújo de Carvalho Presidente da Academia Dorense de Letras Ari Pereira de Souza Presidente do Projeto Memórias

sábado, 3 de janeiro de 2015

RETROSPECTIVA 2014: LITERATURA DORENSE

A literatura é a arte de escrever em prosa e verso, de retratar o real ou o imaginário por meio da poesia, da ficção, do ensaio... É um importante instrumento de transformação sócio-cultural, vez que o desenvolvimento de hábitos como a leitura e a escrita produz cidadãos mais conscientes e proativos, agentes de sua própria história. Desde que brotou a literatura em Nossa Senhora das Dores, no longínquo ano de 1897, quando o médico dorense Floro da Silveira Andrade publicou aquela que provavelmente foi a primeira obra escrita por um nativo da outrora terra dos Enforcados, as letras dorenses se desenvolveram lentamente. Em 2014, no entanto, a literatura na terra dos Enforcados viveu o melhor ano de sua secular história, o ano no qual mais talentos desabrocharam, o ano no qual mais autores dorenses laçaram suas obras, o ano no qual o município ganhou sua Academia de Letras... Em maio desse ano, mais precisamente no dia 07, ocorreu o lançamento do “Guia Perfil do Comércio”, revista que não é somente um catálogo de telefones comerciais da cidade, mas um rico manancial de informações culturais e históricas. Afinal, nele estão textos de pesquisadores locais sobre diversos aspectos do município, como pontos turísticos, fatos históricos, manifestações culturais etc. Uma produção da Editora Perfil, que também publica a “Revista Perfil”, na qual há mais de 10 anos existe uma coluna dedicada à Dores, o “Guia” de 2014 foi a terceira edição anual e no dia do seu lançamento, que contou com a participação de músicos dorenses e exposição de obras de artistas plásticos locais, ocorreu a primeira reunião para se discutir a possibilidade de criação de uma Academia de Letras em Dores. Uma Comissão foi formada, alguns escritores foram convidados, novas reuniões foram feitas, e no dia 11 de junho (aniversário de emancipação política do município) a Academia Dorense de Letras vinham a público. Aconteceu naquele dia, na Câmara Municipal, a sua instalação da ADL e a posse de seus membros fundadores, cujos discursos puderam ser feitos em sessões públicas realizadas nos meses seguintes. A criação da Academia Dorense de Letras começou a mostrar a Dores que o município era também um rico manancial de talentos literários, alguns poucos já conhecidos, outros que foram ganhando visibilidade e muitos que foram “descobertos”, ou porque sua obra não era conhecida pela comunidade ou porque ela estava adormecida nas gavetas e começou a se tornar pública. Afinal, escreve-se para que alguém leia, uma vez que só existe o escritor se existir o leitor, e vice-versa. E foi pensando nesta assertiva que a ADL passou a promover o encontro entre o escritor e o leitor. Assim, desde o mês de setembro, a Academia vem realizando a “Quinta Literária”, que acontece sempre numa quinta-feira em uma escola da cidade. Foram visitados em 2014 os Colégio Estadual Prof. Fernando Azevedo e Cenecista Francisco Porto e a Escola Municipal Arnaldo Garcez. A “Quinta Literária” é o momento no qual a Academia vai à escola e os acadêmicos, ou escritores convidados, dialogam com os estudantes sobre a importância da leitura e da escrita, suas obras ou as de outros autores locais, ou ainda debate algum tema solicitado pela escola ou alguma efeméride histórica.
"Quintas Literárias" O incentivo à leitura e à escrita é um dos grandes objetivos da ADL e da “Quinta Literária”. Inclusive, na primeira edição deste evento surgiu a ideia de se fazer uma obra coletiva reunindo textos dos alunos do Colégio Fernando Azevedo. Sob a liderança do acadêmico e professor da escola, Luís Carlos de Jesus, a ideia ganhou forma e no último dia 11 de dezembro 49 estudantes lançaram o livro “Histórias de Alunos”, composto por poesias, crônicas e artigos de opinião que versam sobre a cidade e alguns aspectos dos povoados. A obra foi muito bem recebida pela comunidade e ganhou proporções além fronteiras, chegando a ser lançada, com ampla cobertura da imprensa escrita e televisiva, na livraria Escariz em Aracaju, mostrando que em nossas escolas existem bons escritores que precisam ser incentivados e cujas obras têm que ser tornadas públicas. Aliás, 2014 foi o ano em que mais obras de autores dorenses foram tornadas públicas, inclusive com eventos de lançamento muito prestigiados pela comunidade local, quebrando o paradigma de que não se tem interesse pela literatura, de que o brasileiro, e por conseqüência o dorense, não gosta de ler. Além do livro “Histórias de Alunos”, Dores presenciou o “parto” de outras obras de grande qualidade literária. Em agosto, o poeta Jânio Vieira dos Santos lançou sua primeira obra, o livro de poesias “Quem sou eu?” (hoje na 2ª edição e já lançado também em cidades vizinhas), na qual poetisa sobre o amor, o cotidiano do menino do campo, a guerra, as letras e outros temas. Em novembro, durante o evento “A Sexta é nossa”, promovido pelo agente cultural e acadêmico da ADL Ari Pereira de Souza, foi lançada a coletânea composta por textos de alunos das escolas públicas municipais e estaduais que participaram da Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa, com poemas, artigos de opinião e textos memorialistas. No mesmo mês, em Aracaju, o escritor e advogado dorense José Lima Santana lançou a 2ª edição de sua “História do saneamento básico em Sergipe”. Por fim, em dezembro, além do livro dos alunos do Fernando Azevedo já citado, veio à tona a obra poética de forte cunho social do jornalista Luciano Marques, que num belíssimo e concorrido evento cultural realizado na livraria Vida Nova, resgatando este elo autor-livraria-leitor, lançou seu “Meninos Esquecidos”. Eis as obras de autores dorenses lançadas em 2014, muito bem recebidas pelos leitores e que servirão de incentivo para que em 2015 novos talentos literários possam despontar e novos livros possam vir à público.
Lançamentos de livros marcaram 2014 em Nossa Senhora das Dores. Além do mais, autores dorenses radicados no estado de São Paulo fortaleceram suas raízes visitando a terra natal em busca de inspiração, visitando instituições culturais e colegas escritores e presenteando a comunidade com suas obras. É o caso dos poetas Miguel Messias dos Santos (natural do bairro Volta e residente há décadas em Atibaia/SP, onde foi um dos fundadores da Academia Literária Atibaiense) e Maria Anete Santana (nascida no povoado Maçaranduba e radicada na capital paulista, onde é professora) e do poeta, contista e ficcionista Manoel Cardoso (que brotou no povoado Taborda e hoje é destaque na maior metrópole da América Latina como Mestre em Literatura e escritor de dezenas de obras). 2014 foi igualmente o ano do reencontro entre Dores e a poetisa e cordelista Maria Salete da Costa Nascimento, que nasceu no povoado Gado Bravo Norte e reside há 40 anos em Estância, e que graças à Academia Dorense de Letras (da qual é uma das fundadoras) tem sido personagem ativa na cena literária da terra mãe.
Anete Santana na Biblioteca Municipal
Miguel Messias no Museu Caipira Mas a história da literatura dorense em 2014 não pára por aí, pois, ela também esteve inserida em grandes eventos realizados a nível estadual. Em outubro, durante o III Encontro Sergipano de Escritores, autores dorenses como Salete Nascimento, Jânio Vieira, Luís Carlos de Jesus e João Paulo Araújo de Carvalho puderam expor suas obras aos escritores e leitores presentes e vindos de várias partes de Sergipe e de outros Estados. Do mesmo modo, as atividades da Academia Dorense de Letras (e por conseqüência os autores locais) ganharam espaço em mesa redonda realizada durante o evento com representantes de todas as Academias de Sergipe.
III Encontro Sergipano de Escritores Em dezembro, foi a vez do resultado do I Concurso de Conto, Crônica e Poesia e do lançamento da I Antologia Literária Loja Maçônica Cotinguiba, em evento com centenas de pessoas de várias cidades sergipanas realizado na Loja de Aracaju. Na oportunidade, quatro jovens escritores dorenses (Jânio Vieira, Mércia Brito, Lucas Silva e Crisnanda Melo) tiveram seus textos selecionados no referido concurso, entre trabalhos de mais de duas centenas de estudantes de escolas públicas e particulares, para compor a Antologia e o escritor Jânio Vieira dos Santos, que começa a ficar conhecido na poesia, foi premiado com o 3º lugar na categoria contos, representando muito bem a tradição literária da cidade no referido concurso.
Dorenses na premiação do I Concurso de Conto, Crônica e Poesia Fotos: ADL, visitedores.com, socuricao.net, ASCOM/SEED

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

ARI PEREIRA TOMA POSSE NA ACADEMIA DORENSE DE LETRAS

Na noite do último dia 22 de dezembro de 2014,no pólo da Universidade Aberta do Brasil (UAB), a Academia Dorense de Letras empossou mais um de seus acadêmicos fundadores. Trata-se do agente cultural e desportista Ari Pereira de Souza, um dos incentivadores da criação da ADL e partícipe ativo de suas atividades, bem como importante descobridor de talentos artísticos e literários na cidade. Em 2014, por exemplo, foi o responsável pela publicação da coletânea de textos dos participantes da etapa municipal da Olimpíada de Língua Portuguesa e pelo lançamento do livro “Quem sou eu?”, do poeta dorense Jânio Vieira. Na recepção do novo acadêmico, o presidente da Academia Dorense de Letras, Professor João Paulo Araújo de Carvalho, fez questão de frisar que Ari Pereira merecia ser empossado numa grande festa prestigiada por grande público, mas que o mesmo pediu para que não houvesse pompa e que sua posse ocorresse numa reunião da ADL e de forma simples. Esta forma simples, reforçou, diz muito sobre a personalidade do agente cultural e desportista Ari Pereira. Sua discrição e simplicidade, no entanto, contrastam com seu amplo serviço prestado à comunidade dorense. No esporte, por exemplo, criou o maior campeonato de futebol da região, a Copa Perfil, além de ter promovido torneios de baralho, dominó, futsal, MotoCross, ciclismo, atletismo etc. Na cultura, criou o grupo “Arte para Todos”, a “Sexta Cultural”, “A Cultura fala”, “A sexta é nossa” e foi um dos fundadores do “Projeto Memórias” e da ADL, instituições e projetos nos quais foi participante ativo na divulgação e descoberta dos talentos artísticos e literários locais e na integração entre educação e cultura. Há mais de 10 anos, levou para Dores a “Revista Perfil” e há 3 anos ajudou a tornar realidade o “Guia Perfil do Comércio”, em ambos os casos dando visibilidade à cultura dorense através dos textos escritos na Revista e no Guia. Em seu discurso de posse na cadeira nº 13 Ari Pereira agradeceu aos acadêmicos presentes, falando sobre a importância de cada um deles em sua trajetória pessoal e profissional e, muito emocionado, fez um resgate da história do patrono da sua cadeira, seu pai Anízio Ângelo de Souza, mostrando que o mesmo sempre teve uma vida dedicada ao esporte e a manifestações culturais da cidade como o Madeiro e os Penitentes, das quais foi um dos membros mais antigos. Prestigiaram o novo acadêmico os confrades João Paulo Araújo de Carvalho, Luís Carlos de Jesus, Gilberto Luiz Araújo Santana, Maria de Lourdes Santos Cerqueira e Domingos Pascoal de Melo.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

ACADEMIA DORENSE DE LETRAS PROMOVERÁ ÚLTIMA QUINTA LITERÁRIA DE 2014

Amanhã, 11 de dezembro, a Academia Dorense de Letras promoverá a última “Quinta Literária” de 2014, encerrando suas atividades públicas no ano. Esta será a 4ª edição do evento, que ocorre uma vez por mês sempre numa quinta-feira e já aconteceu no Colégio Estadual Professor Fernando Azevedo (setembro), no Colégio Cenecista Francisco Porto (outubro) e na Escola Municipal Arnaldo Garcez (novembro). O evento consiste em promover um diálogo entre os acadêmicos e a comunidade escolar, em especial alunos e professores, com objetivo de fomentar a leitura e a escrita e despertar talentos literários. Em sua última edição de 2014, a “Quinta Literária” volta ao Colégio Professor Fernando Azevedo, onde o projeto teve início, para prestigiar o lançamento do livro “História de Alunos”, coletânea de artigos e poesias dos discentes da escola cuja ideia surgiu no primeiro encontro da ADL com aquela instituição de ensino, em setembro. O livro é uma obra coletiva que faz parte do projeto “Construção Historiográfica no Colégio Estadual Prof. Fernando Azevedo”, idealizado pelo Acadêmico e Professor da casa Luís Carlos de Jesus, e que levou os alunos à pesquisa sobre a história e a cultura da cidade e dos povoados, fazendo-os historiadores e agora escritores. Todos estão convidados a também prestigiarem o lançamento do livro e incentivarem a continuidade de um projeto que tem tudo para transformar, para melhor, a história da escola e dos alunos participantes.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 02/2014

O Presidente da Academia Dorense de Letras (ADL), Professor João Paulo Araújo de Carvalho, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais comunica aos interessados que se encontram vagas as cadeiras de nº 13 a 40 deste Sodalício. Ao mesmo tempo, convoca os interessados a apresentarem, num prazo de 90 dias contados a partir desta data, requerimento solicitando inscrição de candidatura às respectivas cadeiras. De acordo com o §3º do artigo 7º do Estatuto da ADL, podem candidatar-se a uma vaga na Academia Dorense de Letras: “intelectuais, agentes culturais e produtores de cultura que tenham, em qualquer dos gêneros de literatura, publicado obras de reconhecido mérito ou, fora desses gêneros, livros e escritos de valor literário. (...) Afora isto, pessoas de destacada e irrefutável contribuição cultural.” Nossa Senhora das Dores (SE), 08 de dezembro de 2014. Professor João Paulo Araújo de Carvalho Presidente da Academia Dorense de Letras Contato: joaopaulohistoria@gmail.com

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 01/2014

ACADEMIA DORENSE DE LETRAS “Cura et dilectione, quas nosti” EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 01/2014 O Presidente da Academia Dorense de Letras (ADL), Professor João Paulo Araújo de Carvalho, no uso de suas obrigações estatutárias convoca para o dia 18 de dezembro do ano em curso Assembleia Geral desse sodalício para a realização de Eleições gerais com vistas à formação da nova Diretoria da referida Academia, para o biênio 2015-2016. Ao mesmo tempo, torna público aos membros deste sodalício que estão abertas até o dia 30 de novembro as inscrições de chapas para concorrerem nas referidas eleições, cujos cargos a serem preenchidos, em acordo com os artigos 16 e 22 do Estatuto da ADL, são os seguintes: “Art. 16. A Diretoria será constituída por um(a) Presidente, um(a) Vice-Presidente, um(a) Secretário(a) e seu suplente, um(a) Tesoureiro(a) e seu suplente e dois Conselheiros. Parágrafo único – O mandato da Diretoria será de 2 (dois) anos, sendo vedada mais de uma reeleição consecutiva. (...) Art. 22. O Conselho Fiscal será constituído por 3 (três) membros e seus respectivos suplentes, eleitos pela Assembleia Geral. § 1º O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com o mandato da Diretoria; § 2º Em caso de vacância, o mandato será assumido pelo respectivo suplente, até o seu término.” Ainda de acordo com o Estatuto da Academia Dorense de Letras: “Art. 17. Compete à Diretoria: I – elaborar e submeter à Assembleia Geral a proposta de programação anual da academia; II – executar a programação anual de atividades da ADL; III – elaborar e apresentar à Assembleia Geral o relatório anual; IV – reunir-se com instituições públicas e privadas para mútua colaboração em atividades de interesse comum; V – contratar e demitir funcionários; VI – outras atividades necessárias ao fiel cumprimento do presente estatuto. Parágrafo único – A Diretoria se reunirá, no mínimo, uma vez por bimestre. Art. 18. Compete ao Presidente: I – representar a Academia Dorense de Letras judicial e extrajudicialmente; II – cumprir e fazer cumprir o presente Estatuto e o Regimento Interno; III – presidir a Assembleia Geral; IV – convocar e presidir as reuniões da Diretoria; V – outras atividades necessárias ao fiel cumprimento do presente estatuto. Art. 19. Compete ao Vice-Presidente: I – substituir o Presidente em suas faltas ou impedimentos; II – assumir o mandato, em caso de vacância, até o seu término; III – prestar, de modo geral, sua colaboração ao Presidente; IV – outras atividades necessárias ao fiel cumprimento do presente estatuto. Art. 20. Compete ao Secretário: I – secretariar as reuniões da Diretoria e da Assembleia Geral e redigir as atas; II – publicar notícias das atividades da entidade no site oficial da ADL (quando existir); III – elaborar a correspondência oficial e arquivá-la; IV - outras atividades necessárias ao fiel cumprimento do presente estatuto. Parágrafo único – Na ausência do Secretário, este deve ser substituído pelo Suplente. Art. 21. Compete ao Tesoureiro: I – arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração da Instituição; II – pagar as contas autorizadas pelo Presidente; III – apresentar relatórios de receitas e despesas, sempre que forem solicitados; IV – apresentar ao Conselho Fiscal a escrituração da Academia, incluindo os relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas; V – conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os documentos relativos à tesouraria; VI – manter todo o numerário em estabelecimento de crédito; VII – outras atividades necessárias ao fiel cumprimento do presente estatuto. Parágrafo único – Na ausência do Tesoureiro, este deve ser substituído pelo Suplente. (..) Art. 23. Compete ao Conselho Fiscal: I – examinar os livros de escrituração da Instituição; II – opinar sobre os balanços e relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para os organismos superiores da entidade; III – requisitar ao Tesoureiro, a qualquer tempo, documentação comprobatória das operações econômico-financeiras realizadas pela Academia; IV – acompanhar o trabalho de eventuais auditores externos independentes; V – convocar extraordinariamente a Assembleia Geral; VI – outras atividades necessárias ao fiel cumprimento do presente estatuto. Parágrafo Único – O Conselho Fiscal se reunirá ordinariamente a cada 12 (doze) meses e, extraordinariamente, sempre que necessário.” De acordo com o Regimento Interno da ADL, podem concorrer aos referidos cargos todos os membros titulares do Sodalício. Segundo § 3º do artigo 6º do Regimento Interno da ADL, podem concorrer aos cago de Presidente todos os acadêmicos titulares fundadores ou os não fundadores com mais de 1 (um) ano de posse. São considerados fundadores todos os que participaram de pelo menos uma reunião da Comissão Organizadora da Academia e todos os que foram empossados no ato de instalação da ADL, ou seja, todos os 12 (doze) sócios estão aptos a participar do processo. Fica determinado como local para realização das eleições a sede da Universidade Aberta do Brasil (UAB), situada à Praça Cônego Miguel Monteiro Barbosa (em frente à Igreja Matriz N. Sra. das Dores), nesta cidade. A primeira convocação ocorrerá às 19 horas e a segunda às 19 horas e 30 minutos, oportunidade na qual se dará início ao processo eleitoral com o quórum presente. Encerrado o prazo para inscrição de chapa se dará publicidade ao Sodalício das chapas inscritas. Nossa Senhora das Dores (SE), 18 de novembro de 2014. Fraternal abraço, Professor João Paulo Araújo de Carvalho Presidente da Academia Dorense de Letras